O artigo explora a trajetória dos álbuns de figurinhas da Copa do Mundo, consolidando‑os como um dos principais rituais afetivos do futebol brasileiro em 2026. O texto aborda desde suas raízes promocionais no Brasil em 1950 até sua transformação em um fenômeno global padronizado pela Panini, com edições cada vez mais complexas, digitais e caras.

